sábado, 15 de junho de 2013

Mario Bava


 Mario Bava foi um cinematógrafo, roteirista e cineasta italiano da Era de ouro do cinema italiano. Nascido na cidade costeira italiana San Remo e 14 de julho de 1914, Bava é um dos diretores mais cultuados e influente, tendo influenciado grandes cineastas de hoje em dia, como Quentin Tarantino e Tim Burton. Se não fosse pelo Mario Bava, não teríamos filmes como Friday the 13th (1980) e Alien (1979), sem citar vários outros filmes da cultura pop.

domingo, 9 de junho de 2013

Crítica, sinopse e curiosidades --> The Exorcist (1973)


Sinopse
Heagan MacNeil, 12 anos, uma garota adorável e comportada, até o dia em que ela decide mexer com o tabuleiro Ouija. Depois disso, ela é possuída por um demônio chamado Pazuzu. Ela dá muito trabalho para sua mãe, a atriz Chris MacNeil. Heagan se torna o verdadeiro demônio, xinga todo mundo, faz coisas horríveis com o crucifixo, até a chegada do padre Merrin, que ele e o demônio tem um passado.
Ficha Técnica:
Ellen Durstyn
Max von Sydow
Jason Miller
Lee J. Cobb
Linda Blair
Kitty Winn
Jack MacGowran
Reverendo William O'Malley 
Barton Heyman
Peter Masterson
Rudolf Schüdler
Gina Petrunshka
Robert Symonds
Reverendo Thomas Birminghan
Mercedes McCambridge
Crítica
Amei, amei, amei, amei, amei! Um foi muito assustador, e muito foda. Cara, aquela cena em que a Heagan se masturba com o crucifixo e depois faz a mãe chupar a vagina dela toda cheia de sangue... era mais nojenta do que aquela parte em que o cachorro do pianista cego come a garganta dele em Suspíria. The Exorcist é um filme muito bom, o livro também é (que em breve eu farei um post sobre o livro). Linda Blair faz uma ótima atuação, como a menina endemoniada do filme, pena que depois dele, ela só se destacou em Airport 75 (1974) e Repossessed (1992, que é tipo um, o que aconteceu a Heagan depois disso), e nos anos 80 embarcou num mundo de álcool e drogas. Mas, por incrívei que pareca (e serei franco com vocês) eu não senti muito medo com esse filme (e é sério, eu não tô mentindo). As coisas que ela faz são malucas. O filme merece ser um dos filmes mais assustadores de todos os tempos. E só porquê é um filme de terror, não quer dizer que é terror terro, também tem um toque de comédia, porquê o  Tenente Kinderman não consegue ninguém para ir com ele ao cinema, ver o filme.
Curiosidades
* O livro/filme foi inspirado num caso real, que aconteceu em 1949. Nos noticiários de Georgetown, diziam que Robbie Manheim de 14 anos tinha mexido com o tabuleiro Ouija, para falar com o seu tio morto, que estava em desespero, depois que sua tia morreu.
* A estreia aconteceu só em dezembro de 1973, mas a Warner Bros. foi obrigada a retirar o trailer original do longa dos cinemas por ele ser considerado "assustador demais" para plateias médias. O vídeo mostrava trechos do filmes com inserções artísticas animadas do próprio demônio Pazuzu, que possui a garotinha na telona. Depois de muito tempo, o estúdio liberou o vídeo no YouTube para os curiosos.
*Joseph Dyer, amigo do padre Karras no filme, é interpretado pelo padre William O´Malley, que até hoje leciona na Universidade de Fordham, onde parte do filme foi rodada. Ele ainda mostra cenas do longa em suas aulas admitindo que "80% dessa história é real".
* Eu estou imprecionado com a dedicação de Mercedes McCambridge fez para ficas com a voz mais demoníaca do cinema americano, ela fumou enlouquecidamente, feito uma chaminé, toumou enlouquecidamente ovos crus, e tudo isso para não ser creditada, em que William Pleter Blatty esqueceu de creditar ela no filme, que a mesma processou ele.
* Max Von Sydow (Padre Merrin o.0), durante as gravações, em que estão exorcizando Heagan, Linda falava tanta obscenidade (Vai se foder seu filho da puta, eu só vou sair desse corpo quando ele apodrecer nessa merda de terra isso foi um exemplo e etc.), que o ator se esquecia das falas.
Agora, em curiosidades, uma série de coisas estranhas que aconteceram no set:
* O set onde foi rodado a maior parte das cenas do longa pegou fogo no meio das filmagens. O único lugar que ficou intacto foi o quarto da menina possuída, Regan.
* Os amigos e parentes de todos os que estavam envolvidos com o filme, morreram, como o irmão de Max von Sydow morreu, a esposa grávida de um assistente de câmera perdeu o feto prematuramente, enquanto estava em sua barriga.
A equipe técnica sofreu horrores durante a produção. O homem que refrigerava o quarto onde aconteceu as cenas de possessão morreu de maneira inexplicável. Um vigia noturno que cuidava dos cenários foi morto a tiros durante uma madrugada. Um carpinteiro cortou o polegar fora. Outro serrou o dedão do pé. morre diabo!!! MORRE!!!!
A atriz Ellen Burstyn, que fazia a mãe da garotinha endiabrada, sofreu uma grave lesão na cena em que é atirada para longe pela filha. A culpa é tanto do demônio quanto do diretor Willian Friedkin, que instruiu o técnico responsável por puxá-la com a corda e "dar tudo de si".
Premiações e Indicações:
*Óscars: Premiações -- Melhor roteiro adaptado e melhor som
             Indicações -- Melhor filme (o primeiro filme de terror indicado a essa categoria), melhor atriz (Ellen       Durstyn), Melhor atriz Coadjuvante (Linda Blair), Melhor ator coadjuvante (Jason Miller), melhor edição, melhor fotografia, melhor direção e melhor direção de arte.
*BAFTA: Indicação a melhor som
*Globo de Ouro: Premiações: melhor filme - drama, melhor diretor, melhor roteiro e melhor actriz coadjuvante (Linda Blair).
                           Indicações: melhor actriz - drama (Ellen Burstyn), melhor actor coadjuvante (Max von Sydow) e melhor revelação feminina (Linda Blair)
*Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films: Prêmios - melhor filme de terror, melhor maquiagem, melhores efeitos especiais e melhor roteiro.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Laura

Dirigido e Produzido por: Otto Preminger
Escrito por: Jay Dratler, Samuel Hoffenstein, Elizabeth Reinhardt baseado no livro de Vera Caspary
Elenco: Gene Tierney ... Laura
            Dana Andrews ... Detetive Mark McPerson
            Clifiton Webb ... Waldo Lydecker
            Vincent Price ... Shelb Carpenter
            Judith Anderson ... Sra. Ann Treadwell
Gênero: Film Noir, Drama e Crime
Data de Lançamento: 11 de Outubro de 1944 — EUA
29 de Janeiro de 1945 — Brasil


Sinopse: Laura, uma diretora de agência de uma propaganda é assassinada em seu apartamento com dois tiros de espingarda no rosto. O detetive Mark McPerson é o encarregado no caso dela. Ele conhece Waldo Lidecker, um homem arrogante que tem um programa na rádio. Numa noite, Waldo Lidecker fala carinhosamente, como conheceu Laura, como a transformou numa lida mulher (só pra esclarecer, esse filme não é parecido com Pretty Woman com Julia Riberts), como a relação (uma estranha relação não romântica) deles decaiu. Mas, numa noite, quando Mark fica apaixonado por ela, depois de ver seu quadro, se surpreende quando Laura chega em casa, vivinha da silva. Então, se não foi Laura que morreu, quem foi assassinada na quela noite no apartamento dela? Quem a matou?

Minha Opinião:
Laura é um filme perfeito, com atores perfeitos, Otto Preminger faz uma coisa com esse filme que eu adorei, o modo como ele dirige o filme faz com que ele fique mais rico com o mistério, o roteiro muito bem escrito, e a narração de Waldo, ah... foi romântica. Gene Tierney foi uma boa escolha como Laura, ela manteou o máximo possível de suspense com sua atuação.








quinta-feira, 30 de maio de 2013

Kim Novak - Uma de minhas musas do cinema americano

Nascida Marilyn Pauline Novak em 13 de Fevereiro de 1958, na cidade de Chicago, Illinois, EUA. É descendente de uma família católica tcheca, filha de professores, ela detestava professores, porque viviam dizendo o quê e quando fazer algo. No ginásio, trabalhou com Moda, e, quando concluiu os estudos, começou a trabalhar como modelo numa loja de departamentos.
Durante uma folga do colégio, ela e duas amigas decidiram ir a Los Angeles, para tentar ser figurantes no filme The French Line dirigido por Lioyd Bacon, e, logo foi notada por um agente da Columbia, que a contratou em 1953. Em 1954, estrelou o film Noir Pushover, como a femme fatale Lona MacLane. E não foi tarde para que o Todo Poderoso da Columbia , Harry Cohn, famoso por mudar a modelo Norma Jeane Mortenson na loira platinada Marilyn Monroe. Queria que Novak ficasse com o nome artístico de Kit Marlowe, que aceitou tirar o nome Marilyn, para que não a confundissem com Marilyn Monroe, mas, acabou ficando como Kim Novak. O primeiro grande filme de Novak foi The Man with the Golden Arm dirigido pelo Otto Preminger, com quem contracenou com Frank Sinatra. Na época que o filme foi gravado, eles tiveram um pequeno romance. No mesmo ano, ela recebeu o Globo de Ouro como "a mais promissora novidade". Também em 1955, foi lançado Picnic e enfrentou o diretor Joshua Logan sobre sua interpretação. Segundo ela, Madge, sua personagem, era, na visão dele, apenas uma garota bonita, e ela achou que Madgue era como ela como ela própria. Em Pal Joey, contracenou mais uma vez com Frank Sinatra, e conheceu Rita Hayworth (a femme fatale do filme Noir Gilda).
Da direita para a esquerda: Rita Hayworth, Frank Sinatra e Kim Novak no filme Pal Joey.



Um ano depois (1958), foi lançado o melhor filme de Alfred Hitchcock, "Vertigo", ela contracenou junto com James Stweart. No filme, Mr. Stweart é John "Scottie" Fergunson, um detetive que sofre de acrofobia. Longe da polícia, um velho amigo, que não o vê desde a II Gerra Mundial, contrata John para seguir sua noiva, Madeleine, que está agindo de maneira diferente. Quando os dois se conhecem, eles se apaixonam, mas, Madeleine é atormentada pela sua bisavó mortinha da silva, que a faz ter tendências suicidas. Madeleine, finalmente de mata, depois de se joga no alto de um campanário. John fica algumas semanas em estado de choque, até que conhece Judy Barton, que é muito parecida com Madeleine. Na época, as pessoas não gostaram do filme, e Hitchcock tinha uma queda por loira, Novak afira que nunca teve problemas com o diretor. "Ele nunca me fez propostas. Talvez eu não fosse o seu tipo. Eu o achava m diretor muito prestativo como Otto Preminger e Richard Quine. Ele me deixou interpretar Judy como a garota dos arredores de Chicago que eu realmente era."
Ela e James Stweart na famosa cena do beijo
Ela contracenou mais uma vez com Mr. Stweart em "Bel Book and Candle", no qual interpreta uma feiticeira que, não pode se apaixonar, mas, ela se apaixona pelo seu vizinho. Em 1959, esteve no Brasil
Ela como a feiticeira mais sexy que o mundo já viu
Sua carreira começou a decair nos anos 60, e, infelizmente, deixou o cinema em 1991, com o filme Liebestraum, de Mike Figgis. Ela afirma que: "Eu sei que Figgis me achava uma vadia. O papel era fabuloso, profundo e, quando eu interpretei do modo que eu achei evidente, ele me disse: 'Não estamos fazendo um filme de Kim Novak, apenas leia as linhas'". "Usualmente eu faria isso, mas, eu estava tão envolvida com o roteiro que assumo total responsabilidade por ter sido antiprofissional. Ele nunca me deu atenção ao meu ponto de vista, apenas me ignorou."
Hoje, Novak vive em Oregon, (Depois de uma tragédia com sua antiga casa, quando ela pegou chamas. Na casa, perdeu tudo, foram queimadas as anotações pessoais de Vertigo, Picnic, e uma autobiografia que estava escrevendo desde 2000, aos 67 anos) na casa que reconstruiu, com o seu marido, Dr. Robert Malloy, com quem está casada desde 1976. Em 2010, Novak foi diagnosticada com câncer de mama, mas estava sobre tratamento, pouco tempo depois, foi foi declarada curada. 
Há muitos anos, ela foi diagnosticada com bipolaridade e já declarou que parte da síndroma a deixava "muito deprimida, não conseguia controlar as coisas. Eu não sabia o que estava errado e não tinha nenhuma medicação para tomar. Depois do diagnóstico, os remédios fizeram um mundo diferente" disse. E ela tirou vantagens da situação, quando interpretou papéis de neurótica. "Teria sido grande, se só me dessem papéis de neurótica. Mas, só me pediram para fazer garota feliz que vai à praia."
Se um dia você estiver de passagem nos EUA, perto da basílica Mission Dolores, em São Francisco, olhe em volta. Se avistar uma mulher elegante, de cabelos negros, rabiscando um papel, não hesite de se aproximar. Pode ser ela, disfarçada, esboçando paisagens. Ela jura que já viu pessoas fazendo o seu próprio percurso do filme que eu falo tanto que vocês estão de cabelo em pé, ela vê as pessoas agindo como Madeleine, e tem esboços para provar.

Agradeço à Anélio Barreto, que fez uma matéria sobre a minha diva, na revista Ilustrada no domingo, 26 de maio de 2013, e uma fonte: http://adifaamada.blogspot.com.br/2011/10/kim-novak.html. E as animações gifi do site: http://www.tumblr.com/tagged/kim%20novak?language=pt_BR
Kim Novak, eu quero te conhecer!!!!!!!!!!!!!

Veronica Cartwright

Veronica Cartwright contracenando com 'Tippi' Hedren no filme 'The Birds' de Alfred Hitchcock

COMEÇO DA CARREIRA, ANOS 50
Nascida Veronica A. Cartwright  em 20 de Abril de 1949, na cidade de Bristol, Gloucestershire, Inglaterra, Reino Unido, mas, passou sua infância em Toronto, Los Angeles, EUA. Tem uma irmã mais nova, Angela Cartwright. Sua carreira como atriz mirim começou em 1958, aos 9 anos de idade, no filme In Love and War, como Allie O'Neill, mas não foi creditada no filme. Depois, fez uma participação na serie de TV Zane Grey Theater como Sarah Butler.

ANOS 60
Em 1961, Veronica, então com 12 anos participou do filme The Children's Hour, com Audrey Hepburn e Shirley MacLaine. Dois anos depois, participou do filme de suspense The Birds, que contracenou com 'Tippi' Hedren e Rob Taylor, que ganhou fama mundial, como a irmã mais nova de Mich Brenner (Rob Taylor). Depois, começou a fazer várias aparições em séries de TV, e participou das três temporadas de Daniel Boone, como irmã dele.

ANOS 70 E NOS DIAS ATUAIS
O primeiro filme que ela participou dos anos 70, foi o filme Inserts de 1974, que tinha Jessica Harper e Richard Dreyfuss como estrelas. Depois disso foi só série, até 1978, quando estrelou no remake do filme Invasion of the Body Snatchers como Nancy Bellicec. Depois participou no clássico de terror de ficção-científica (e um dos melhores filmes que eu já vi, obrigado Ridley Scott)  Alien de 1979. De 1980 a 1985, fez filmes e séries de televisão, participou do filme The Witches of Eastwick, com Michelle Pfeiffer, Jack Nicolson, Cher e Susan Saradon (vocês devem se lembrar dela como Janet Majors, no filme insano The Rocky Horror Picture Show). Em 1995, participou da sequência de Candyman, Candyman: Farewell to the Flesh. Atualmente, está em 3 produções.

http://www.imdb.com/name/nm0001021/
http://en.wikipedia.org/wiki/Veronica_Cartwright

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A História da Arte — Píntura Rupestre

A arte é uma forma cultural de expressar o talento e conhecimento humano. A arte expressa amor, carinho, beleza, fatos do cotidiano urbano e rural.
Existem vários tipos de arte, a escultura, a arquitetura, a pintura, a literatura, etc. Nós somos a arte, a arte vem de dentro de nós. devemos expressar nossos sentimentos através da arte, nós não podemos dizer: "Não vou fazer isso porque não sei", se não nós — os seres humanos — não vamos passar de algo sem valor na terra.
Essa é a primeira parte de uma série de posts que eu pretendo fazer.
Ela começou lá, lá, lá, lá... na Pré—História, com as pinturas dos homens pré—históricos. Nas pinturas — que eram pintadas nas paredes — eles retratavam o cotidiano pré—histórico, como a caça, as pessoas, as batalhas dos animais. Essa era a Arte Rupestre. Olhem a foto acima, o quê vocês vêem nela? Como as descreveriam?
Isso é o que fascina os historiadores até hoje, olhar o começo de algo que mudaria muitas coisas no mundo, tocá-lo, senti-lo, uma experiência que iria ficar marcada pelo resto de sua vida. Graças a essas pinturas, nós não teríamos tantos talentos como nós temos hoje.
A principal característica das pinturas da Idade da Pedra, é o naturalismo. Ele retratava a vida cotidiana através de sua perspectiva. Atualmente, a explicação mais aceita é que essa arte era realizada por caçadores, e que fazia parte do processo de magia por meio do qual procurava-se interferir na captura de animais, ou seja, o pintor-caçador do Paleolítico supunha ter poder sobre o animal desde que possuísse a sua imagem. Acreditava que poderia matar o animal verdadeiro desde que o representasse ferido mortalmente num desenho. Utilizavam as pinturas rupestres, isto é, feitas em rochedos e paredes de cavernas. O Iníciom deste período era nômade. Os artistas do Paleolítico Superior realizaram também trabalhos em escultura. Mas, tanto na pintura quanto na escultura, nota-se a ausência de figuras masculinas. Predominam figuras femininas, com a cabeça surgindo como prolongamento do pescoço, seios volumosos, ventre saltado e grandes nádegas. Destaca-se: Vênus de Willendorf.
A técnica neolítica foi a que originou a cerâmica, a arquitetura, tecer panos. Conseguiu ainda, produzir o fogo através do atrito e deu início ao trabalho com metais. Todas essas conquistas técnicas tiveram um forte reflexo na arte. O Iníciom, que se tornara um camponês, não precisava mais ter os sentidos apurados do caçador do Paleolítico, e o seu poder de observação foi substituído pela abstração e racionalização. Como conseqüência surge um estilo simplificador e geometrizante, sinais e figuras mais que sugerem do que reproduzem os seres. Os próprios temas da arte mudaram: começaram as representações da vida coletiva. Além de desenhos e pinturas, o artista do Neolítico produziu uma cerâmica que revela sua preocupação com a beleza e não apenas com a utilidade do objeto, também esculturas de metal.